SENTA, DEITA E PARADO - V


Chegamos à parte final deste capítulo. Como sempre, vou alternar entre dicas e comandos, além de sempre ensinar um truque, porque, afinal de contas, eles são divertidos e fazem muito sucesso, não é mesmo?!
Divirtam-se!

Ensinando o PARADO
O padrão para ensinar o parado é o mesmo usado para o senta e o deita. Comece em uma área livre de distrações, use comida, elogios e um “comando libertador”. Introduza distrações gradualmente e trabalhe para conseguir uma resposta com comando verbal e gestual.

- Comece com o cão sentado ao seu lado esquerdo. Segure o petisco em sua mão direita. Dê um passo a frente com seu pé direito, estendendo sua mão direita à frente no nível do focinho do cão enquanto diz “Parado”. Gentilmente deslize sua mão esquerda sob o ventre do cão e acaricie gentilmente enquanto o elogia e dá o petisco. Liberte-o.

- Quando seu cão ficar parado calmamente, fique em pé logo à frente do seu cão. Conte até cinco e então elogie-o, acaricie-o, recompense-o e liberte-o

- Pratique cinco ou seus vezes e faça qualquer outra coisa. Continue praticando até que seu cão fique parado por alguns segundos sem que seja preciso que você toque nele. Isto geralmente leva algumas sessões de adestramento, principalmente com cães ativos.

Sempre trabalhe calmamente quando estiver ensinando o parado. Parado é um comando estático. Não queremos que o cão se mova, então é importante ficar quieto e usar um tom de voz mais baixo e pouca ação corporal. Elogie o parado baixinho, em tom de voz alegre.

Neste ponto do adestramento não se preocupe do seu cão “ficar”. Trabalhe por alguns segundos de aceitação nesta posição, com o cão ficando relaxado. Ficar parado por muitos e muitos minutos leva tempo.

Resumindo
Seja aplicado no ensino do “senta”, “deita” e “parado”. Ensinar estes comandos estáticos você mostra ao cão que está no comando – um conceito vital para cães difíceis de adestrar. Não apenas seu cão assimilar como aprender e ouvir, mas você também aprende como ler as reações e respostas do cão. Se envolver ativamente com o cão através do adestramento, reforça o relacionamento entre você e ele. Recompense as respostas dele e encoraje seus esforços. Até que você possa controlá-lo quando ele estiver ao seu lado nestes três exercícios, você não pode esperar ter controle quando está passeando ou quiser chamá-lo até você. O sucesso sem a guia não acontecerá até que você possa controlá-lo com o senta, deita e parado ao seu lado.

EXERCÍCIOS - O QUE NÃO FAZER

Por: Fúlvia Zepilho

Exercícios são uma das melhores maneiras de passarmos tempo com nosso cão. Não é só divertido, mas também nos ajuda a nos manter (nós e nossos cães) saudáveis. 
Os exercícios ajudam dono e cão a dormirem melhor, dar mais energia e ajuda a criar músculos e ossos fortes.

O que você faz para exercitar seu cão depende da raça, ou tipo, de cão que você tem.

Cães de raças grandes precisam de mais exercícios que os de raças pequenas - pelo menos dois passeios diários. Filhotes adoram brincar de lutar e de perseguir; parece que estão ligados no 220v! Alguns cães gostam de brincar com frisbee. Mas, se o cão já é velhinho, pode ser que ele queira apenas dar umas voltas no quarteirão.

Eu caminho muito com a Suzie. Muito mesmo. De manhã cedo, uns 45 minutos, todo dia. Depois, ao longo do dia, vou fazendo caminhadas mais curtas, porque levo um pesinho extra: a Letícia... risos. Mesmo assim, são mais 3 passeios diurnos, o mais curto é o do almoço, só pra fazer xixi. Os outros dois, andamos quase meia hora. Fora de noite, quando ela anda um tiquinho com o Luis. Somando tudo, dá umas 2h de caminhada por dia. Fora as brincadeiras em casa.

O que quer que você faça, exercitar o cão deve ser divertido e acima de tudo seguro.

Abaixo, segue uma rápida lista de seis coisas que não se deve fazer quando exercitamos nossos cães. Ao evitar estas coisas, você elimina o risco de machucados, seja em você ou no peludo.

1. Não ande de bicicleta com seu cão na guia.
2. Não ande de skate com seu cão na guia.
3. Não ande de patins com seu cão na guia.
4. Não façam exercícios quando estiver muito quente ou muito frio.
5. Não deixe seu cão andar solto na rua.
6. Não exercite o cão pouco tempo antes ou logo após as refeições.

As três primeiras dicas, confesso, eu tinha vontade de fazer. Mas, pense bem: já pensou se o cachorro resolve correr pro outro lado, ou passar na frente da bicicleta porque viu outro cão, ou gato, ou se ele simplesmente para pra cheirar uma árvore ou fazer xixi? Gente, o acidente pode ser feio! Sim, é lindo ver, mas, devemos mesmo pensar nos riscos, tanto pra gente, quanto pro cachorro.

Mais uma dica: brinque! Os brinquedos são uma boa maneira de tornar os exercícios divertidos para ambos. Tenha uma variedade boa de brinquedos em casa, para mantê-los sempre atraentes.

Eu gosto de brincar com a Suzie, ela adora cabo-de-guerra. Então, algumas vezes por ano, a gente sai a cata de brinquedos que sejam bons para este tipo de brincadeira: se fizerem barulho, melhor ainda!

E você? Como se exercita com seu cão? Quais as brincadeiras que vocês fazem?

MARIA LÚCIA KERNKE E ZÉ

Por: Debora ♥ Zé Magrelo


Zezinho é um sortudo, ganhou beijo e carinho da Dona Maria Lúcia Kernke.

Zezinho cochilava no meio da bagunça, confortavelmente e sem perder a pose (rs) quando chegou Dona Maria Lúcia Kernke.
"Ele é exatamente como imaginei, você descreveu ele direitinho.. nem posso falar que é mais bonito pessoalmente pois já imaginava toda essa beleza.''

Zezinho logo se levantou para ganhar um beijinho e muito carinho da maior e primeira criadora de whippets do Brasil.

"Já tive tantos... e esse carinho, beleza e olhar me impressionam até hoje, disse Maria Lúcia."

 Foi emocionante, fiquei muito feliz e por que não orgulhosa?...rsr
A melhor foto do evento, apesar de não esperada.

GREYHOUND Da Maria Lúcia Kernke

Por: Ricardo Coacci

Dou uma pausa nos meus textos para homenagear mais uma vez, uma mulher que nos deixou como herança tudo isso que temos e sabemos hoje sobre os Galgos.

Da. Maria Lúcia Kernke minha grande, terna e eterna amiga!
Foto do acervo de Maria Lúcia: Seus Whippets - anos 40.


Bilhetes em fotos, momento de intimidade.
Registro de suas cavalgadas diárias com seus 20 ou 30 Galgos.

Foto de Maria Lúcia Kernk: "Tião" seu Greyhound negro, participando de uma peça de teatro.



Foto do acervo de Maria Lúcia Kernk: "Machão", que se tornou Grande Campeão Internacional e "Branca" fêmea muito premiada.

Foto de Ricardo Coacci: Meu Primeiro encontro com Da. Maria Lúcia.

XIXI E COCÔ NO LUGAR CERTO - I

Por: Fúlvia Zepilho

Vou dividir este post importante em partes, senão fica grande demais! Espero que gostem e que seja útil.
Com que frequência?

Um filhote de oito semanas consegue se segurar de uma a duas horas antes de precisar ir ao banheiro novamente, além de sempre que acordar. Aos três meses este período aumenta para duas a três horas – como regra geral, o cão consegue se segurar, no máximo, uma hora a mais que o mês de vida (i.e: um cão de 5 meses consegue se segurar 5+1=6 horas), sendo que o máximo que um cão deve ficar sem fazer xixi são oito horas! Exercícios, excitação, se alimentar e acordar de uma soneca diminuem este tempo. Quando você começa este treinamento, qualquer que seja o método escolhido, tenha em mente que ele precisa se aliviar oito vezes por dia!
Se você deixa comida à disposição do cachorro o dia inteiro, ele precisará usar mais vezes o banheiro, além de ser mais difícil de estabelecer uma rotina de treinamento. Ao contrário, quando se há horários estabelecidos para as refeições, as necessidades se tornarão mais regulares. Independentemente de quantas vezes por dia você alimenta seu cão, deixe a comida à disposição por 20 minutos. Se ele não comer, retire-a e não ofereça mais até a próxima refeição. Assim, ele aprenderá que tem hora pra comer e que somos nós que a estabelecemos (os líderes).

No jornal
Se seu cão ainda não pode sair à rua porque não tem as vacinas em dia, e/ou se você não tem quintal, ensinar a fazer no jornal é a melhor opção. (A Suzie chegou com todas as vacinas em dia mas, como moramos em apartamento, também a ensinei a se aliviar no jornal, pensando nos dias de chuva, nos dias em que eu precisasse ficar mais tempo no trabalho etc. Isso porque os cães não podem ficar mais de 8h segurando xixi, podendo dar problemas renais). O inconveniente do jornal é que ele não absorve muito bem o xixi... acaba vazando um pouco. Algumas pessoas preferem usar a fralda higiênica que, no meu caso, não deu nada certo: ela virou um brinquedo pra Suzie, que a destruía toda na sala.
Mas, onde colocar o jornal?
Escolha um lugar que seja fácil de limpar. Aqui, usamos a área de serviço. Uma parte dela é forrada com jornal. Um erro muito comum de donos de cães é colocar tudo junto no mesmo lugar: jornal, comida, água e caminha na área de serviço. Os cães não comem, bebem e nem dormem perto de onde fazem xixi e coco! Por isso, aqui em casa, fiz o seguinte: área de serviço é onde ela faz as necessidades; a sala é onde ela dorme, come e bebe. Além disso, ela tem acesso aos quartos para dormir de dia, o que contribui pra ela não os sujar e sempre procurar o jornalzinho dela quando a coisa apertar.

Recompensas
O cão precisa ser elogiado toda vez que usar o jornal corretamente. Elogie-o assim que ele terminar (aqui parecia que eu estava dando uma festa: pulava, fazia farra, dava pedaços pequenos de bifinho: ela aprendeu rapidinho). Ah sim, reserve um petisco especial para esta fase de treinamento: como eu disse, usava os bifinhos e a ração, ou pedaços pequenos de biscoito para adestrar mesmo. O que você fiz aqui foi criar uma associação positiva entre o xixi/coco e a recompensa, seja no jornal, no quintal ou na rua.

Exemplo
A Suzie vai pro jornal, assim que ela faz xixi, eu falo “xixi”, em voz não tão alta (muito útil em viagens, gente: quando fazemos paradas, saímos do carro e eu falo “xixi” e pimba! lá vem o xixizão da Suzie).
Assim que ela termina, eu a elogio, faço carinho e dou aquele premio maravilhoso. Aí, vamos brincar, passear, qualquer coisa divertida.
Todos da casa devem seguir exatamente os mesmos passos que você.

Corrigindo o cão
Nunca puna o cão se você não o pegar no flagra. Os cães só associam a correção com o comportamento no momento em que este é feito. De nada adianta ele ter feito coco no tapete quando você não estava e você gritar com ele quando ele vier para perto de você: aí, você o estará punindo por vir até você! Imagina a situação: ele nunca mais vai vir pra perto de você ou, se for, será com muito medo.
Muita gente me fala: mas meu cachorro sabe que fez a coisa errada, faz aquela cara de culpado quando eu chego em casa! O cachorro não se sente culpado, mas, sim, está com medo do jeito que você se comporta perto dele! Ele percebe seus sinais corporais negativos no seu rosto exasperado. No ponto de vista dele, ele não fez nada de errado. É preciso apenas uma correção inapropriada para fazer o cão ficar preocupado toda vez que você chegar em casa. Na cabeça dele, você está bravo porque ele está indo para perto de você, não pela bagunça no tapete. Resulto: ele não confiará mais em você pois não saberá quando uma punição sem razão irá acontecer.
Lembre-se: punir um filhote, ou cão adulto, esfregando seu focinho no xixi ou coco é totalmente errado. Não ensina nada ao cão, exceto que você é fonte de sensações extremamente desagradáveis (além de, na próxima vez, ele fazer as necessidades em lugares escondidos, como debaixo da cama, atrás do sofá... afinal, ele irá associar que fazer perto de você, ou onde você possa achar, é errado – resumindo: ele não aprende onde fazer).
Se você pegar o cachorro fazendo xixi fora do jornal, diga um “Ah-Ah” firme, pegue-o imediatamente (ele vai parar de fazer xixi ou coco, não se preocupe em ficar sujo) e leve-o para o lugar certo. Espere-o terminar, aí elogie-o e dê-lhe a recompensa. Agora você começa a mostrar a ele que se aliviar no lugar certo traz coisas maravilhosas para ele!

GREYHOUND A trajetória da raça no Brasil - parte VI

Por: Ricardo Coacci
A trajetória da raça no Brasil
Antes da última partida para o Brasil,pouco depois de eleito membro da AcademiaBrasileira de Letras, Alberto Santos Dumont posoupara essa fotografia, com seu cão favorito. Ele criava a raçapara dar aos amigos.



Essa fascinante trajetória começa com Santos Dumont, apaixonado pela raça, trazia da França, exemplares que presenteava aos amigos e assim os primeiros Greyhounds começaram a entrar no Brasil. Há quem diga que foi Santos Dumont o inventor da lebre mecânica, em defesa dos animais.
Da. Maria Lúcia Kernke foi uma das grandes criadoras de Greyhound no Brasil.
Só os conhecia através de livros, quando na casa de uma amiga me deparei com a foto de uma linda fêmea chamada “Vegas” estampada na revista “National Geographic Magazine”, isso se passou nos anos 40, disse ela.
Esta página acabou sendo emoldurada e mais tarde serviu para estreitar os laços de duas pessoas, que de forma incomum viveram uma das mais interessantes histórias, não só para sinofilia brasileira, como também para qualquer simples mortal que deseja realizar o sonho de conviver.
No início havia apenas um pequeno núcleo de criadores no Rio de Janeiro, mantido pelos senhores Gladstone Bandeira Dart e Osmar Padilha e logo em seguida Dr. Carlos Arlindo Fredericksen participaria com uma excelente fêmea de origem alemã, Ch. Gaby Von Mushlenweiher, que trazia em seu pedigree uma combinação das melhores linhagens continentais da época.
O canil de da. Maria Lúcia foi inicialmente estabelecido na fazenda Pirajá, em Pedreira (SP), daí o nome Pirajense. Seus primeiros Greyhounds foram: Carioca do Leblon, com grandes premiações, ganhou por cinco vezes “Melhor da Exposição; Menina, Tigre e Nanda de Água Branca, vindos do Rio de Janeiro”. De uma das ninhadas pioneiras, portanto o sufixo “Pirajense” nasceu o macho Pinhão, que seria cruzado com Gaby, produzindo Apollo e Carmarema. Apollo foi acasalado, resultando Ch. Play Boy Von Carmarema. Este exemplar, de criação do Dr. Fredericksen foi adquirido pelo casal Dr. Ruy Guedes Galvão e Sra. Maria Lúcia Kernke, e durante muito tempo foi o esteio da raça, não somente nas pistas, como também na reprodução.
Desde então seus cães foram tendo uma trajetória de sucesso, tanto os de seu canil como os de descendências ou adquiridos em outros canis, como por exemplo, Jocasta e Guenavier, dos proprietários srs. Washignton Marcondes Ferreira e Osvaldo Riqueto, respectivamente e Machão com carreira brilhante se tornou “Grande Campeão Internacional”. Mas o mais interessante foi o belo Greyhound negro de nome “Must” que foi guia, durante quatro anos, de uma garota cega; contrariando os que dizem que o Greyhound é difícil de se adestrar. No final dos anos sessenta, a Argentina passou a representar uma fonte de novas linhagens alternativas. A juíza Jaqueline Quirós, que atuara como "Handler” nos Estados Unidos, regressara ao país vizinho com um time de bons cães, estabelecendo seu canil “Dragonfly”. Igualmente outros aficionados, como Juan C. Goya (“Canil Wenbray”) e Sra. Tereza Serantes de Arabeheti (“Canil Luz Mala”), contavam com bom plantel.
Vários criadores brasileiros procuraram esses canis para obterem novos sangues para suas criações e de lá para cá Da. Maria Lúcia trouxe Ch Luz Mala Jersey enviando como permuta uma fêmea preta. Também exportou para o canil Dragonfly a fêmea Vulcan Shasta de Pirajense, que fechou o campeonato argentino e foi a maior ganhadora da raça naquele país em 1975. Gaby e Carolina de Pirajense foram campeãs e matrizes do canil “Starting Gate” de Carlos Alberto Capone, foi então dessa ramificação surgiu “Incitatu´s” o canil do Dr. José Sergio Rodrigues Palma, seus cães premiados foram: Starting Gate Ametiste, Melhor Fêmea do Ranking Brasileiro em 1985; Incitatu´s Erin, Melhor Macho do Ranking Brasileiro em 1989; Incitatu´s Dancer Rio Festival, Ranking Brasileiro em 1993; Incitatu´s Fly Festival, Ranking Brasileiro em 1994; Incitatu´s Quatter Gaye Lele, Ranking Brasileiro em 1999 e Starting Gate Adorable. O campeão internacional Shalfleet Spring Festival do Sr. Oswaldo Riqueto levou os Greyhounds ao pódio dos ganhadores de exposição e deixou uma valiosa descendência nos canis “Portuzuelo” de Maria Lúcia Pereira, “Vale do Sol” de Oswaldo Riqueto, “Starting Gate” de Carlos Capone, “Pirajense” e outros. Sua melhor filha, campeã internacional Suerte Brava do Vale do Sol (sendo apresentada no Brasil por Fátima Aparecida Cruz) cumpriu a melhor carreira para uma fêmea na raça, com vários “Melhores da Exposição”, inclusive com juízes estrangeiros. Posteriormente, conquistou o campeonato norte-americano sob a bandeira “Roberjos”. Canil de José Maurício Machline e foi acasalada com um macho de origem sueca, My Adventure, com premiação de Campeão Americano, Mexicano e Internacional. Com filhos campeões tanto no Brasil, como nos Estados Unidos. São eles: Barbizon Frank de Roberjos, Campeão Americano; Barbizon Fofoca de Roberjos; Barbizon Fuxico de Roberjos; Barbizon Ricardo de Roberjos, Campeão Venezuelano e Barbizon Zaba de Roberjos Da. Sra. Maria Lúcia Pereira do Canil Portuzuelo foram premiados: Balalaica de Roberjos, Grande Campeã; Jacinta de Roberjos, filha de Fuxico e campeã em 1994; Kuaat de Roberjos, filho de Fofoca e campeão em 1990. Também: República e Macarema de Sierra Nevada foram acasaladas e desse cruzamento nasceram: Dinâmica, Decidido, Diferente e Duende de Roberjos. Minerva de Roberjos outra campeã foi fruto do acasalamento de Duende com sua mãe.
A Sra. Maria Lúcia Kernke, como vivia em fazenda, dedicou-se a boa criação dos Galgos (Greyhounds e Whippets), com muito espaço e alimentação abundantes, por isso exercia seu trabalho sem grandes limitações, chegando a ter quase trinta exemplares de cada espécie. Cruzando-os com extrema responsabilidade, para evitar problemas na colocação dos filhotes, raramente os comercializava e preferia doar a ter que vender para pessoas que não criassem bem. Partindo desse princípio, por muitas vezes buscava os cães que não estavam sendo criados de acordo com seus preceitos. Seus cães eram criados livres com direito, em sistema de rodízio, a freqüentarem o interior da sede da fazenda. A maioria vivia dentro de casa, mesmo tendo recintos fechados e apropriados para se alojarem. Assim todos os ocupantes da fazenda podiam ter contato mais próximos com os cães, o que para ela é fundamental.
Durante aproximadamente três décadas, mesmo após o falecimento de seu marido, em 1959, continuou a dedicar-se às exposições, na função de expositora, dando sua parcela de contribuição a cinofilia brasileira. Certo dia, em outubro de 1964, Guinea foi conduzida por José Augusto Ferreira e por uma daquelas pequenas artimanhas do acaso, da. Maria Lúcia não presenciou a vitória. No momento da escolha, ela estava afastada do ringue tomando conta dos outros seis exemplares que trouxera da fazenda. Como disse Dr. Sérgio Gebran, numa entrevista, onde parte dessa história contada aqui, foi tirada: “- Para quem a conhece, no entanto, nenhuma novidade. Para ela, o bem estar dos seus animais sempre esteve acima de qualquer outra consideração”.


Essa fêmea já tinha sido premiada em 1958 pelo mesmo juiz norte-americano, como “Melhor da Criação Nacional” em amostra do Brasil Kennel Club, Mr. Murr, mesmo tendo passados seis anos foi fiel ao seu julgamento passado. Com mais de 31 Whippets e 15 Greyhounds campões (contando os importados, adquiridos de terceiros e os de sua própria criação, e também, aqueles que completaram os campeonatos nas mãos de outros expositores), inclusive com título internacional de beleza confirmados pela FCI estão Mauna Loa, Spring Squire e Spring Squall. Esses números contabilizaram a participação do canil "Pirajense” no esforço para manter os Galgos presentes em nossas pistas, merecendo, no entanto, elogios de árbitros, especialmente estrangeiros, impressionados com a uniformidade do tipo alcançado. Nunca mediram esforços, ela e seu marido, para levar seus animais a exposições por mais distante que fosse. No início da década de cinqüenta, por exemplo, lotaram um carro com cinco Greyhounds e enfrentaram longos trechos de estrada de terra para 

poderem expor em Porto Alegre.
Certa vez, Dr. Ruy e da. Maria Lúcia Kernke, encantados com um Greyhound de nome “Tigre”, ofereceram uma boa quantia ao proprietário do animal, Sr. Gladstone Bandeira Dart, para poder adquiri-lo, mas naquele momento o cão não estava disponível. Com muita insistência, Dr. Ruy conseguiu compra-lo, mas teriam que levar como condição, os outros Greyhounds que ele possuía. Então com o negócio fechado partiram os dois para o Rio de Janeiro buscar os cães, viajaram horas a fio e chegando lá, uma surpresa, teriam que levar para casa quatorze animais. Essa foi, dentre tantas, uma das aventuras e quem a ouve contar se encanta com o prazer de terem vivido tudo isso.
Em casa tantos troféus, livros, esculturas e quadros, quase tudo relacionado aos cães, ajudam a contar grande parte de sua vida. Mas aos poucos foi se desligando torcendo de longe pelo sucesso dos novos competidores, sendo aqui ou fora do país. Atualmente conta com meia dúzia de Whippets: “- Meus animais, via de regra, atingem idade avançada e costumo acompanha-los até o fim de seus dias.”

Na década de sessenta, em uma visita ao Brasil, a Rainha da Inglaterra Elizabeth II foi recepcionada na embaixada do Rio de Janeiro, por dois lindos Greyhounds do Embaixador John Russel. A manchete foi dada pela revista “O Cruzeiro”: “O Embaixador John Russel, esposa e filha, acompanhados de dois grandes Galgos, receberam Elizabeth II, à entrada da Embaixada Britânica, em cujos salões se concentravam a sociedade carioca”.




MEU GREYHOUND TANGO

Por: Elbony Tango

Sei que minha participação no blog não é das melhores, mas tudo vai mudar, meu Greyhound Elbony Tango passou por momentos muito ruins, e eu também.
Agora parece que o sol voltou a brilhar, recebi boas noticias ontem a respeito de sua recuperação, se tudo correr bem, dentro de dois meses, pode tirar os pinos de sua perna e sua tala.

"É so me cuidar um pouco e acho que tudo volta ao normal.
Sei que estou dando um pouco de trabalho aos meus donos, pois quando quero me virar preciso de ajuda, até para fazer xixi. Meu dono já não augenta mais me carregar, sua coluna está uma droga! Se eu não melhorar logo quem vai ficar doente é ele."

Bom final de semana a todos.

RADIJA PRESTES A TIRAR A TALA

Por: Fernando, Serena e Radija



Olá magrelos!

Depois de tanta correria, vamos começar a dar as boas notícias!

A whippet Radija tem previsão para tirar a tala daqui a 7 dias;

Parece que está tudo correndo nos conformes, agora é contagem regressiva.

Mandem notícias dos outros amiguinhos que estão em recuperação.


PRAGA DE (NÓS) WHIPPETS....

Por: Katrina&Howard


Calma canídeos e gentes não é mais um vírus, peste, ou que seja mais.

Eu, Katrina, estou assumindo a comunicação do Howard, só por uns dias.
Ele se acidentou hoje, caindo dum deck lá no jardim.... agora mesmo estamos esperando pra buscar ele na clinica.

Aconteceu o seguinte, gostamos do deck nas bananeiras, porque ficamos vendo a cachorrada que passa na rua... e fazemos um barraco danado, latimos, eu a Lila e o Howard. Só que hoje o Mané do Howard se empolgou tanto que despencou lá de cima, a altura é baixa, mas ele se feriu nuns bambus, um corte feio. Dava pra ver os músculos, tecidos.. e muito sangue.

O Chefia e o Tio Rob correram logo, e levaram para uma clínica recêm inaugurada aqui perto. O Chefia descobriu olhando o buraco na perna do Howard, que é tudo oco, segundo ele, não temos recheio de gordura nenhuma....

Bom, daqui há pouco vão buscar ele na clínica. Aguardem notícias.
KATRINA substituta.

GREYHOUND - RACING - V

Por: Ricardo Coacci



O Greyhound é considerado o rei do racing, ou corrida com isca, essa corrida é a mais antiga competição de cães.
Séculos atrás Ovid, historiador Grego (17 a.C/63 d.C), escreveu a primeira descrição, que se sabe, sobre corridas. Ele descreveu em versos, um Greyhound caçando e abatendo uma lebre.
O racing apareceu nos Estados Unidos em 1890 sob a supervisão do National Coursing Association, a qual cada ato era registrado numa agência e mantido no Sutd Book em Abilene, Kansas. A princípio houve quem pensasse que tal atração seria capaz de reter o público depois das corridas de cavalos, mas a inovação foi um fracasso. Surgiu então a idéia: não eram as corridas de Lebréus comparadas às corridas de cavalo? Bastava organizá-las independentemente dos espetáculos hípicos, quando as pistas já não estivessem ocupadas com os puros-sangues, ou seja, à noite.
Assim dirigiram-se os projetores às pistas, lançando uma luz potente sobre os Lebréus corredores e deixando os espectadores às escuras; o racing teve um êxito imediato. Um público cada vez mais numeroso começou a ir aplaudir e apostar, temperando as cálidas noites da Flórida, mas também era um encontro de centenas de criadores no Texas, Oklahoma, atraindo de 300 a 3.000 espectadores. As corridas em Abilene aconteciam duas vezes por ano, uma na primavera e outra no outono.
Em 1912, antes de voltarem à Grã-Bretanha, as corridas de Greyhound já tinham se estendido de Miami a Massachussets e outros estados dos EUA. De fato, em 1926, o norte-americano Charles Munn, com a ajuda de um juiz de coursing inglês, o major L. Lyne Dixon, de Sir Willian Gentle e de alguns financiadores, impôs este desporto na Inglaterra. Construíram grandes cinódromos como o de Bellevue, perto de Manchester, ou White City Stadiun, em Londres, acabado em 1927, edificados depois mais outros trinta.
Lembramo-nos de que se o racing se tornou tão popular, isso se deve em grande parte a um Lebréu, o famoso Mick the Miller, cuja brilhante carreira teve lugar no início dos anos 30 e que ainda hoje continua a ser para os ingleses o maior Greyhound de corrida. Entre os famosos cães ingleses de corrida, foram mencionados no artigo do Coursing and Racing: “Bad at the Bowster”, uma cadela de cor “red-and-fawn”, que mesmo pesando só 44 libras, era uma vencedora freqüente; Coomassie, o menor Greyhound a vencer a Waterloo Cup; a cadela Fashion, Miss Gledine, Thougtless Beauty, Lady Lyons, Long Span e Fullerton.
Com esse novo esporte, a raça experimentou uma segunda mudança que longe de lhe ofuscar o prestígio, aumentou ainda mais sua reputação de Galgo, e até de animal doméstico mais rápido da terra. Na Grã-Bretanha, o Greyhound continuou a ser essencialmente um cão de trabalho; para cada ceinquenta corredores há apenas um animal de exposição ou de companhia, mas também tem havido casos em que cães de trabalho ganham nas exposições; os exemplares inscritos em The Kennel Club são Galgos muito esportivos e velozes. Os Galgos de corrida e Galgos de exposição são dois tipos distintos.
Nos primórdios, em grandes áreas abertas onde eram impossível ao caçador aproximar-se da caça, foi que o Greyhound deu a sua maior contribuição ao homem. Sua excepcional acuidade visual e grande velocidade permitiam-no localizar e perseguir uma lebre matando-a ou apreendendo-a até a chegada de seu dono, sinalizando com latido.
Foram necessárias algumas mudanças nas regras de lá para cá, mas a conduta permanece a mesma. Essa competição é praticada num recito com pista elíptica, os cinódromos, compreendendo duas linhas retas e duas em semicírculo, paralelas.
A pista mede habitualmente 480 metros e o piso pode ser de areia, saibro ou relva. A isca é presa a uma corda que é presa ao solo, guiada por uma haste acionada por motor elétrico ou instalada num carrinho que desliza sobre um trilho. Os seis ou oito cães, com capas numeradas, saem de caixas com abertura simultânea.
A cronometragem pode ser eletrônica, com photo-plinish na chegada. O cinódromo tanto pode ser uma instalação elementar, que tem de ser completamente segura para que os cães não se machuquem, como podem ser um verdadeiro estádio, como milhares lugares para o público e arquibancadas cobertas, projetores para as competições noturnas e etc.
Essas diferenças de infra-estrutura mostraram a diversidade de recursos desse desporto, tanto na Grã-Bretanha como no resto da Europa, de fato na Inglaterra é um esporte altamente profissionalizado e assemelha-se em organização às corridas de cavalos.
Nos países existentes há uma centena de cinódromos, dez deles se encontram na Inglaterra.
Todos os anos essistem as corridas, mais de seis milhões de espectadores e nelas participam por volta de vinte mil Greyhounds. O total de prêmios eleva-se a várias dezenas de milhões de libras (dinheiro da época em que a matéria foi publicada) e as apostas movimentam mais de quinhentos milhões. Como acontece com os cavalos de puros-sangues, existem regiões especializadas na criação de Greyhound de corrida, sendo a Irlanda a de maior reputação.
As corridas com apostas também são muito desenvolvidas na Austrália, mas é nos EUA, em especial na Flórida, que elas atingem sua máxima dimensão. Prova disso são as apostas que ultrapassam os três “bilhões de dólares”. Essa situação em nada se assemelha à da Europa Ocidental, onde as corridas de Galgos têm um caráter essencialmente esportivo. O Greyhounds não é a única raça participante: os Afghans hounds e os Whippets também são excelentes desportistas.
O racing implantou-se graças à União Internacional de Corrida de Lebréus (UICL), organismo internacional que não é reconhecido pela Federação Cinológica Internacional.
Na Europa as corridas de Galgos foram dominadas, durante anos, pelos alemães, holandeses e suíços.
Embora a criação de Greyhounds tenham um nível excelente, em relação à dos países anglo-saxônicos, há falta efetivos de meios financeiros e de atenção por parte da imprensa.
Aqueles que consideram o Greyhound mal e impossível de treinar estão enganados, pois esse cão é bastante tranquilo e discreto em casa e não esconde o afeto transbordante que sente pelo seu dono. É um cão muito fino, muito flexível, mas de linhas harmoniosas e, onde quer que ele vá com seu dono, chama muita atenção e interesse.
Há vários canis que criam pra exposição, mas mesmo sendo da grande beleza e da origem aristocrática, poucos são os criados como cães de companhia.

QUEM TEM GALGO, TEM UM ZOOLÓGICO INTEIRO

Por: Rosana, Maya e Zarah

Olá amigos donos de whippets, estou aqui com meu coração na mão com todos estes episódios de patinhas quebradas, os whippets são mesmo muito levados, a minha Zarah pulou de uma altura de 2,30 metros pelo buraco da escada direto para o sofá que fica embaixo, não quebrou nada, mas ficamos bem espertos com a capacidade de dar saltos dela e com a falta de medo de altura.



Os whippets são fantásticos, tenho um teoria que eles são a mistura de vários bichos em forma de cachorro, vocês já tiveram a sensação de que ao invés de um cachorro tinham um canguru, coelho, tatu, furão, veado ou até mesmo um gato bem manhoso que fica o dia inteiro deitado e colado em você?


Pois é, cada vez descubro um bicho diferente nos meus whippets, um dia elas são cangurus pulando em quatro patinhas, pulando em lugares que jamais pensei ser possível, outro dia são furões se enfiando em baixo das cobertas, ou tatu cutucando tudo com o focinhão, no parque são felinos correndo a velocidades incríveis...

Quem tem um whippet não tem só um cachorro, tem um zoológico inteiro dentro de um mesmo animal.

Melhoras aos que estão dodóis, aguardamos noticias.

beijos alegres e saltitantes
Rosana, Maya e Zarah

TUTI E TWIGGY INSEPARÁVEIS

Por: Twiggy e Família


Pessoal,


obrigada por todas as mensagens de apoio à recuperação da minha cristalzinha.

Twiggy, ao que se pode ver, está totalmente perdoada pela irmã. Aliás, o mais difícl na espera da recuperação é fazê-la desistir de grudar seu corpo com a outra. Mas só mesmo este contato para fazê-la dormir sossegada, enquanto eu fico atenta ao menor gemigo de dor.

Triste saber que tantos outros magrelinhos também se feriram, mas foi um alívio para minha consciência pesada de tê-las deixado brincar sob meus olhos com tanta fúria. Fica sempre a certeza de que eu poderia ter evitado. Afinal, eu estava ali.

Também foi aliviador saber que nao somente eu optei por esse procedimento digamos mais rústico.

Denise da Chara, talvez você nâo ligue uma pessoa que conversou com você no Jardim de Alá e que queria uma whippet feito a Chara. Mas sou eu. Não faz isso nao, de postar foto da Chara. Ela é irresistível e com o andar da carruagem esse meu plano de um clonezinho da Chara vai ser adiado por um bom tempo. Nem preciso explicar o porquê, né.

Uma dessas duas magrelinhas mostradas pela Denise ia ficar comigo, mas enrolei, cozinhei e quando me foi perguntado se eu me importava de irem juntas para uma outra casa não pude ver solução melhor.

Um abraço a todos,
Roberta

Twiggy, Tutti Frutti e Família

NINA RICCI DODÓI

Por: Denise Finotti




Nina Ricci, uma das italians de Copacabana, está com 3 dedinhos da patinha quebrados, porque pulou do sofá e se machucou. Está de repouso por uns 15 dias e sua irmãzinha teve que se afastar dela, para não machucá-la mais ainda.



Enquanto isso, longe de casa, sua irmãzinha gêmea Chanel faz a festa e não parece muito triste em ter que tirar umas férias forçadas.
Depois de tudo que lemos aqui, vamos tomar o maior cuidado com as brincadeiras entre a Chara e os hóspedes. Ela é uma "tia" e tanto, brinca, banca a babá, defende, mas é muito estabanada ao brincar com os filhotinhos.
Os irmãozinhos delas também já ficaram uma temporada conosco. Os nomes deles agora são Joaquin Runer e Speed Racer.





TAMBÉM QUEBREI A PATINHA

Por: Fernando, Radija e Serena


Olá Família Tutti!

Fiquem tranquilos, ela vai se recuperar bem!

Só tem que ter cuidado nessa fase de resguardo. Radija quebrou a pata no mesmo lugar, vi pelo raio X, o osso dela estava igual ao da Tutti.
Hoje faz um mês que isso aconteceu, ela estava sozinha em casa e caiu da cadeira, é o que supomos, e parece que foi logo pela manhã, eu só cheguei em casa a noite, ou seja, ela passou o dia inteiro sozinha com Serena, a irmã, e sofrendo, pois deve ser muito dolorido; ela ainda foi me esperar na porta, e deu um pequeno gemido.
Eu quase morri na hora, sei exatamente o que você passou, pra mim só não foi pior porque eu já havia passado pelo mesmo com Epicuro, um filhote que também quebrou a pata (traseira) com apenas 4 meses; com ele fui em duas clínicas e ninguém queria se responsabilizar até que levei na USP e fizeram a tração e a imobilização. Ele ficou ótimo, sem sequelas, sem calo, calcificou otimamente e ele hoje é perfeito.
A Radija ainda está com a tala e tira daqui a 15 dias, a previsão inicial foi de 45 dias imobilizada, o veterinário fez uma sedação, pois do contrário ela não aguentaria a dor e colocou o osso no lugar, disse que faria isso a princípio, se não resolvesse, aí então se pensaria em cirurgia e colocação de placa, acho que você tomou a decisão mais acertada.
Não consegui fazer nenhum dos dois usarem o colar elizabetano, me parece que não tem na medida para whippet e também não dei cálcio para não haver rebote, mas aí é de cada vet.
Enfim, fiquem certos que vai tudo se resolver, o pior é só o susto.

Com a Radija outro susto, com alguns dias a tala saiu no meio da noite, mas voltamos na clínica e colocamos de novo, fora o susto e a noite inteira sem dormir, só olhando pra cara dela sem a tala e esperando o dia a raiar pra levá-la a consertar, tudo normalizado novamente. Este segundo médico que nos atendeu passou Condromax, que é um polivitamínico. As despesas foram muitas, estou no vermelho, mas problema resolvido, é para isso que serve o dinheiro. Por favor mandem notícias, queremos acompanhar esta querida na sua recuperação.

- Na foto de cima Radija com sua 2ª tala e aqui Epicuro, que já tem 11 anos, na casa de minha mãe em Recife, já nem lembramos mais qual perna ele quebrou.

Nesta última, Radija e sua irmã Serena.

Aguardamos por notícias!
Cheirinhos em todos!!!


Leia também: Acidentes - Todo Cuidado é Pouco
Matéria postada quando a linda Radija quebrou sua patinha.

TUTI COM MULETA

Por: Twiggy e Família



PATA QUEBRADA - INTERVENÇÃO CONSERVADORA

Por: Twiggy e Família

Oi donos de galgos.

A Debora como sempre me ajudando. Mas enquanto ela fazia perguntas para a outra super prestativa Liliana, me deu cinco minutos e andei com os procedimentos aqui. Espero ter optado pelo melhor, mas se o desenvolver da estória nao for como o esperado, espero que meu episódio possa ajudar a outros donos de IGs. Certamente muitos outros vão se quebrar ainda, quanto mais se tiverem uma whippet (sobrinha do Zé Magrelo..rs) enlouquecida por brincar como a minha Tutti.

Bem, eu tenho pavor a procedimentos invasivos e a anestesia. Coisa pessoal fruto de estória pessoal. Corri atrás de pessoal da Rural e um veterinário recém especializado em ortopedia pela Rural veio aqui junto com a pessoa que me vendeu a Tutti (tambem vet ). Expus toda a situação, que cada um tinha uma escola diferente, cada um um ponto de vista diferente e que eu estava totalmente perdida.

Esse veterinário foi contra a cirurgia pela idade dela, fragilidade da raça e pelo sofrimento e riscos oferecidos por uma cirurgia. É ortopedista e resolveu nao anestesiá-la, nao interná-la e fazer a tração seguida de muleta de Tomas. Eu topei. Foi tudo de uma hora para a outra, de repente. Resolvi aceitar os riscos. Ela foi sedada mas ficou acordada, gritou um pouco, e está muito triste. Terá que ficar amarrada ao pé da mesa por 2 semanas. Nao posso deixá-la solta e não aceitei deixá-la em gaiola. Coloquei um edredom na sala, por onde passamos todo o tempo e aqui ela está amarrada. Quando tenta andar ela cai, pois a muleta é feita de modo a não deixá-la tocar o pé no chão. Parece um besouro quando cai de barriga pra cima. Terá que ficar afastada da Twiggy pelos 15 dias. Estou deixando as duas deitadas juntas só enquanto estou também do lado. Mesmo com a perna quebrada ela pula para cima do sofá, para a cama, não para.

Ele me disse que demorei muito para fazer o procedimento pois tudo aconteceu na quarta bem tarde da noite. Mas ela estava muito inchada até hoje cedo. Só que por ser filhote já se formou um pequeno calozinho, o que inevitavelmente vai deixar uma pequenina sequela estética, mas que nao causará dor nem dificuldade de mobilidade. Ainda assim ele preferiu não operá-la.

Nao sei se foi a decisão mais acertada, mas foi como me senti mais confortável no momento.
Bem pessoal, nós donos de galgos e que nao somos especialistas ficamos sempre divididos ao optar por esse ou aquele procedimento. Tomara que tudo dê certo e fica aqui esse capítulo para ajudar futuros donos com futuras fraturas. Em uma semana ela terá nova radigrafia para ver como as coisas andam. Espero poder mandar notícias boas sobre sua recuperação. Com certeza o feriadão da Tutti aqui no Rio (semana inteira) será regado de muito colo e donos com viagem desmarcada. Mas o que nao fazemos por esssas criaturas, nao é?

Twiggy, Tutti Frutti e família

SENTA, DEITA E PARADO - IV

Por: Fúlvia Zepilho



Ensinando o DEITA
Deita é um exercício totalmente novo do ponto de vista do cão, mas você tem algumas coisas a seu favor. Ao ensinar o “Senta” com sucesso, você tem um cão que presta atenção em você. Ele também aprendeu os benefícios de responder aos seus comandos: petiscos, carinhos e elogios. Com estes parâmetros estabelecidos, ensinar o deita deve ser fácil, assim como qualquer outro comando que você o ensinar.
Como já dito antes, deita significa submissão. Muitos cães independentes não querem se submeter. Eles podem questionar seu direito de pedir isso. Deitar também coloca o cão em uma posição vulnerável. Se ele não está confortável com o lugar onde está, pode não deitar porque sente que está vulnerável.
Os passos para se ensinar o “Deita” são:

- Comece em um lugar calmo e sem distrações. Ganhe a atenção do cão com comida.
- Coloque o cão na posição sentado ao seu lado esquerdo. Coloque sua mão nas costas do cão e segure um petisco com sua mão direita. Você pode ficar parado ou ajoelhado, o que for mais confortável.
- Segure o petisco perto do nariz do cão. Diga “Deita” e leve o petisco devagar em direção ao peito do cão e ao chão. Mover sua mão do nariz do cão ao chão se tornará o sinal (comando gestual) para o deita. Eventualmente, você conseguirá fazer um movimento curto no ar com sua mão para fazer o cão se deitar a qualquer distância.
- Deixe seu cão comer o petisco enquanto você o elogia.


c u i d a d o :
Evite fazer seu cão se deitar empurrando a cernelha dele. Os ombros dele são seguros no lugar por músculos e ligamentos. Empurrar a cernelha pode deslocar os ombros.

- Quando seu cão estiver deitado, segure-o gentilmente no lugar enquanto o elogia. Você pode pisar na guia ou manter sua mão nas costas dele. Não o liberte até que ele esteja relaxado e deixe que você o mantenha nesta posição. Fazer com que ele aceite ficar deitado pode levar várias sessões.
- Faça de cinco a seis repetições e então faça outro exercício. Repita uma ou mais séries durante a sessão de treinamento. Continue a praticar até que você consiga manter sua mão esquerda longa das costas do cão. Quando você terminar de praticar este exercício, liberte o cão com o comando que você escolheu para isso (“Ok” ou qualquer outro).
- Se o seu cão se recusa a deitar, ou não permanece deitado, olhe o relacionamento que você tem com o cão e volte para o exercício de atenção. Você pode ter que reforçar essas áreas antes que seu cão aceite deitar, principalmente se ele for dominante.
- Assim que seu cão prontamente se deitar (quando estiver sentado), tente fazer com que ele deite estando em qualquer posição. Enquanto ele estiver parado, fique ao lado direito dele e coloque comida na sua mão esquerda. Diga “Deita” enquanto abaixa a mão até o chão. Algumas vezes as pessoas só ensinam o cão a deitar a partir da posição sentado. Elas não conseguem fazer o cão deitar, a menos que ele se sente primeiro. Para evitar isso, faça o cão deitar a partir da posição parado. Eventualmente, vá para o outro lado e todas as posições em volta dele quando pedir para ele deitar.
- Comece a adicionar distrações a partir do deita. Trabalhe em diferentes locais, em diferentes condições. Não se esqueça de voltar a ajudar o cão se as distrações o fizerem se distrair. Diminua a distração e tente novamente.

Deitar pode ser um exercício muito frustrante de ensinar. Cães com alta energia não conseguem se acalmar tempo o bastante para permanecerem deitados. Cães independentes têm outros planos e cães inseguros podem se sentir dominados nesta posição. Não se desespere, com paciência e persistência você conseguirá fazer esse execício.

a t e n ç ã o :
Não comece a dar o comando “deita” a dez passos de distância quando você acabou de fazer o exercício ficando ao lado do cão. Muito longe rápido demais. Vá um passo de distância, depois dois passos e assim por diante.

TWIGGY E TUTTI ANTES DO ACIDENTE

Por: Twiggy e família


 





IG DE PATA QUEBRADA

Por: Twiggy e família

Há mais ou menos 1 mês, nossa Twiggy (whippet de 5 meses) ganhou uma irmazinha, a IG Tutti Frutti, caçulinha geral da casa. Nossa Twiggy está muito feliz com sua companhia canina. Dormem juntas, comem juntas, brincam juntas e se adoram. O problema sempre foi a correria das duas pela casa.
Sempre ouvi dizer que os galguinhos deveriam manter a calma no primeiro ano de vida. Mas controlar a vontade de brincar das duas é uma luta muito difícil. Sendo assim, o estrago foi feito. No dia em que completou 4 meses e enfim pronta para passear na rua, numa brincadeira de pega-pega a Tutti quebrou a perna. Isso foi agora, dia 8. Corri com ela às 11 da noite para uma vet aberta 24h em Ipanema e realmente ela tinha uma fratura completa. Está imobilizada, tomando antiinflamatório, mas terça-feira, mais tardar quarta, deve passar por uma cirurgia para colocação de placa. Eu ainda nao me resolvi sobre com quem e onde vou fazer a cirurgia. Estou aflita quanto à anestesia numa filhota de 4 meses e super chateada com todo o procedimento. Gostaria de saber se alguém de vocês leitores e participantes deste blog passaram ou conhecem situação parecida com a minha e como se desenrolou a recuperação.

Twiggy, Tutti e família

FELIZ PÁSCOA

Por: Monique, Felipe e Floriano

Olá Aumigos!!
Quero desejar uma Feliz Páscoa para todos e não esqueçam:
NÃO COMAM CHOCOLATES!!!



PS: Foi minha tia muito coruja que fez essa montagem de cachoelho e está mandando pros amigos dela no Orkut...

AMIZADE

Por: Elbony Tango - greyhound



Obrigado Debora & Zé Magrelo,
amigo é aquele que nas horas mais dificeis estende sua mão, aos mais necessitados.

Descobri em vocês o valor da palavra AMIGO

Obrigado.

GREYHOUND - O esporte - IV

Por: Ricardo Coacci

O esporte

Foto gentilmente cedida por: Arlindo Davi Marzari Bettker


O Galgo Inglês é um atleta famoso, capaz de atingir velocidades de oitenta quilômetros por hora. Como os ingleses, desde sempre grandes entusiastas das atividades ao ar livre, nunca deixaram de praticar a caça à lebre, foi Elizabeh I (1533-1603), apaixonada pela caça e pelos cães, quem pediu ao Duque de Norfolk que regulamentasse. Esta diversão constituía, desde há muito, um verdadeiro espetáculo em que dois Lebréus competiam em velocidade e sagacidade, para apanhar a lebre.
A atração que este desporto exercia aumentava devido ao entrecruzar de apostas, o que muitas vezes também provocava litígios, apesar de estar entre “gente do bem”. Assim, se um dos Lebréus apanhava a lebre e todo o trabalho havia sido feito por outro, qual dos dois merecia ganhar?
Como, nestes assuntos, as tradições diferiam de região para região, a regulamentação do Duque de Norfolk teve o mérito de impor uma interpretação única e absolutamente clara, que permite aos lordes fazer competir os seus Lebréus e apostar discretamente. O coursing inglês do século XVI surpreende pelas suas semelhanças com as corridas de Galgos organizadas pelos senhores celtas na região do Danúbio, tal como foram descritas por Arrio, administrador romano e escritor do século II. De fato, Arrio sublinhou o escasso interesse dos senhores pela captura do veado e a importância que davam a proezas dos seus cães. Em todo o caso é pouco provável que o Duque de Norfolk conhecesse os escritores de Arrio, pelo que a semelhança da captura no coursing talvez sela apenas casual, embora também seja possível que se tratasse de uma composição de persistência das velhas tradições celtas na aristocracia inglesa. Por outro lado, os espanhóis também mantiveram costumes com Galgos durante séculos.
Com o tempo, o coursing ganhou um considerável prestígio, a ponto de os entusiastas terem acabado por se agrupar e, clubes. A primeira reunião organizada em registro foi o famoso Swaffham Coursing Society, criado em 1776 por Lorde Orford. Este ficou célebre porque a famosa Czarina, vencedora de quarenta e sete corridas e que nunca soube o que era uma derrota, fazia parte de sua criação. Ainda por cima, depois de terminada sua brilhante carreira, aos treze anos, pariu Claret, que viria a ser o progenitor de Snowball, um dos famosos Greyhounds de todos os tempos.
Lord Orford também é conhecido por ter introduzido nos seus Greyhounds sangue de Bulldog, a fim de lhes dar mais valentia. Estes cruzamentos teriam dado origem ao pêlo curto, fino e brilhante do Greyhound moderno, à sua musculatura nervurada e também, segundo alguns, à sua pelagem tigrada. Embora H. Edwards Clarke fale desta infusão como de “uma famosa experiência de cruzamento”, a maioria dos especialistas não dá muita importância ao aporte do Bulldog e por outro lado, o Greyhound não tinha qualquer necessidade de sangue para se tornar o Galgo com as melhores capacidades do mundo, confirmando-se assim o fato de os diversos tipos regionais de Galgos Ingleses, de características diferentes conforme a natureza dos terrenos de caça, se terem fundido num só modelo.
Seja como for, não há dúvidas de que o Greyhound de competição nasceu entre finais do século XVIII e meados do XIX e que foi o resultado da seleção introduzida pela evolução do coursing, transformando durante esse período de tempo numa competição de alto nível.
Depois do Clube Swaffham, fundaram-se muitos outros durante os quarenta anos seguintes, entre os quais se deve citar Altcar Society (em 1825), que depois organizou a famosa Waterloo Cup, uma nova grande prova do coursing inglês. Como afirmou um entusiasta, “a Altcar está para o coursing, como o Epson está para as corridas de puro-sangue, Henley para o remo, Wimbledon para o tênis e Lords pra o críquete”.
Em 1836, Sr. Lynn, proprietário do hotel Waterloo, organizou oito competições com o nome de Waterloo Cup. A corrida inaugural foi em Lord Sefton estado de Altcar. Na segunda corrida o numero de criadores passou de apenas um para dezesseis e em 1838 esse número dobrou. Em 1857 foram promovidas 64 competições, tal qual as outras.
Somaram-se à Waterloo Cup, “Waterloo Purse e a Waterloo Plate”. A fundação em 1858, do National Coursing Club, organismo consultivo de que fazem parte diversas associações regionais, assinalou o momento culminante da disciplina. Foi a National Coursing Club que inaugurou o Greyhound Stud Book ou o livro específico da raça, em 1882. Em todo caso, o Greyhound ficaria fora da esfera da cinofilia nascente, pois na Inglaterra segue-se a regra que os cães de trabalho sejam eles Greyhounds, Fox Hounds ou Border Collies, devem ter um livro de origem distinto dos livros do The Kennel Club.
Evidentemente, o coursing é um esporte da elite, a Waterloo Cup sempre teve uma ressonância na imprensa e entre o grande público (e ainda hoje continua a tê-la), mas tem de se reconhecer que é impossível reunir os espectadores necessários que apreciem pelo seu justo valor essa competição, na qual a captura da lebre não passa de uma desculpa.
Por essa razão, os ingleses tentaram inventar um esporte-espetáculo que fosse acessível ao público e dado o entusiasmo pelo jogo, o dinheiro existente no país, capaz de servir de suporte os jogos de apostas.
Começaram por organizar corridas de perseguição em campo fechado, a fim de que o público as pudesse seguir melhor. Este empreendimento, que teve certo êxito, provocou a ira dos verdadeiros entusiastas do coursing em campo aberto. “A organização do coursing de campo fechado, tal como se tem podido ver nos campos de corrida de Kempton Park e Gosforth Park, alerta às condições do desporto. Além de atentar contra o prestígio de velhas tradições como as provas da Waterloo Cup, da Altcar Society”.
Mais tarde o entusiasmo voltou-se para a rabbit-coursing ou corrida de perseguição ao coelho, que se teve certo êxito, sobre tudo nos meios hípicos.
Os Fox Terries utilizados nessa modalidade foram então cruzados com pequenos Galgos, dando nascimento a uma primeira versão do Whippet. Nas regiões industrializadas do centro e do norte da Inglaterra, os mineiros e os operários têxteis simplificaram o rabbit-cursing fazendo correr os cães em linha reta; ajudantes especializados “soltavam” os cães em direção a seus proprietários. Que os encorajavam agitando pedaços de panos. Essas corridas aconteciam em pistas de cerca de 180 metros e as apostas subiam como “espuma”, mas continuava havendo um risco, o “largador” podia ser menos ou mais rápido – e, às vezes, até houvessem quem lhes pagassem para não serem tão rápidos-, o que falseava o resultado.
De todos os modos, os veados deixaram de ser usados para fazerem os Galgos correrem e em 1876, os ingleses inventaram, em Welsh Harp, perto de Hendon, uma corrida de Greyhound com lebres mecânicas, ou seja, um carretel, que corria por uma corda, em que uma lebre embalsamada era presa. O invento apesar de ter sido aceito com entusiasmos, e até publicado pelo “Times”, não teve seguimento por que além dos galgos ficarem desorientados, o aspecto técnico dele não estava apurado e as máquinas não eram confiáveis.

Fulerton, vencedor da Waterloo Cup em 1889, 1890, 1891 e 1892. "Kennel Secrets", 1893.

CARNAVAL

Por: Zinho-whippet

Oi gente,

Sei que estou um pouco atrasado para este tema, mas é que mamis se atrasou com relação às fotos... vejam só como elas ficaram...

A mamis levou um tempão para descobrir como se faz o turbante e quando ela descobriu, ainda teve que se virar para colocar duas aberturas pras minhas orelhinhas.

Mas acho que ficou super legal, vocês não acham?


Eu vou me vestir de Gandhy pra encontrar o meu amor, eu vou, eu vou, eu vou...


... ajari-ô... meu colar azul é seu... Seu olhar de mel é meu...

MEUS HERDEIRINHOS NASCERAM - Por Zé Magrelo

Por Zé Magrelo:


Amigos do Coração, minha família está completa!

Finalmente.. meus filhos, meus e da minha esposa Windy nasceram!


O 1º a nascer é um meninão cinza, é a minha cópia..hehehe

Apelidado de Zé Jr, o bichinho é gordinho, comilão e preguiçoso... chegou morrendo de fome.
Ele estava dormindo bem na porta e não deixava os outros nascerem, veio praticamente empurrado.

A bolsa estourou no carro, imaginem a confusão.. mas deu tempo de chegar na clínica antes do nascimento.. eita criançada doida





Nasceu a 2º herdeira.. uma meninona linda e sem vergonha, já 

brigou com o irmãozinho pelo peito da mamis, é cinza lindona, elegantérrima.. com o pescoço branco, as patinhas brancas e a pontinha do rabo branca.. Ahh.. tem uma manchinha branca na testa também..rsr

O veio correndo atrás.. é mais um machinho
branco tigradinho de cinza.. um piratinha, tem um olhinho e uma orelhinha escura e o focinho bem rosa, está sendo o xodó la na clínica. Tem o focinho bem rosinha e estão falando que suas unhas são lindas..rrs

O 4º já está se manifestando.. rsrs
Geeeeente, o 4º demorou, quase entramos em pânico.. ele queria ficar lá, mas nasceu e é mais um machinho pirata..rs Bem branquinho com um pedacinho só tigrado. Eu não vi, mas estão dizendo que é o mais bonito. Mas para o povo lá da clínica, pelo que reparei, o último que nasce é sempre o mais bonito...rsrs Fica todo mundo babando!
Não tem uma foto só dele logo após o nascimento porque todos estavam tão ansiosos e nervosos com a demora que quando ele nasceu ninguém se lembrou da foto. .rs Mas, na foto ao lado, é ele que está na brtinho da mamis mamando.
Mas olha o babado, falaram que todos são a minha cara, disse que nenhum puxou a mamis, até mesmo os branquinhos.. rrss Vê se pode, isso? 

Ainda falta mais um, menino ou menina? Torço por uma menina branquela, torçam comigo..
Gente tá demorando, e eu estou endoidando..

Depois de muito tempo.. em agonia pura..

Nasceu a nº 5, minha filhona preguiçosa.. 
quase mata o pai do coração, estava lá no cantinho e não queria sair.

Mas ninguém vai acreditarrrrrrr, mamis gritou quando soube.. minha segunda mamis cybele até se assustou com o grito, veio correndo para saber o que aconteceu.

Adivinhem???? Minha mamis sonhava (tanto dormindo, quanto acordada) com uma menina branquela, que já tinha até nome BLANCHE.. e adivinhem.. é justamente a Dona Blanche que estava lá fazendo todo esse suspense!

Todos achavam quase impossível eu ter uma filha branquinha, mas mamis falava, "vamos aguardar, ela vai ser a última e vai matar a gente do coração."

Foi a última e quase matou mesmo..hhihih
E tem mais... tia Tânia disse que ela até já atendeu pelo nome.. rs
Mas deixa eu contar tuuudoo.. a Blanche é muito folgada, espaçosa e abusada.. ela nasceu no carrou, simplesmente a bichinha parou o trânsito em São Paulo!
Como ela não nascia, o vet falou para voltar para casa para ver se a Windy relaxava e aí foi só entrar no carro, dar uma voltinhas que a Blanche decidiu sair.. pelo jeito vai ser maria-gasolina.
Ela é toda afobada, demorou para nascer mas depois quis fazer tudo correndo, tratou logo de mamar e fazer cocô ao mesmo tempo..rrss

Amigos, estou radiante, agora tenho uma família completa.



Aliviado, realizado e hiper orgulhoso!

Quero logo conhecer minhas criaturinhas, cada um já tem um apelido:

O 1º é o Zé Junior, a 2º é a Fashion, o 3º é o Pirata, o 4º é o Pirata 2 e em 5º a linda Blanche.

Aguardem em breve eles estarão entre nós, brincando, correndo e pulando!
Não coloquei mais fotos aqui para a página não ficar muito carregada, mas visitem o meu Álbum de Família, lá tem várias fotos, uma mais linda que a outra, é só clicar nesse link.. http://www.flickr.com/photos/loucosporgalgos/sets/72157616237454879/detail/